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Atendendo demanda da AESUL peixes são pesquisados na Represa Guarapiranga
11  JUNHO  2013 

Atendendo demanda da AESUL peixes são pesquisados na Represa Guarapiranga

Elaborado a partir de solicitação apresentada pela AESUL - Associação Empresarial da Região Sul, na gestão de seu ex-presidente Renato Jardim, foi iniciado um projeto de pesquisa de pesca esportiva na Represa de Guarapiranga, cujo objetivo principal é caracterizar o turismo náutico local, com ênfase na pesca.

A solicitação da AESUL visa o incremento do turismo da pesca esportiva na Guarapiranga, com a finalidade de inserir a atividade no contexto turístico local, focado atualmente apenas na prática de esportes náuticos.

O projeto tem coordenação da pesquisadora científica do Instituto de Pesca de São Paulo, Lídia Sumile Maruyama, e conta com a colaboração da pesquisadora Paula Maria Gênova de Castro e da zootecnista Lílian de Paula Faria, ambas também do instituto.

“São escassas as informações científicas existentes sobre o assunto. Portanto, é esperado que os resultados deste estudo forneçam informações e subsídios que auxiliem nas tomadas de decisões e no manejo sustentável da atividade de pesca na Guarapiranga”, explica Lidia. 

Segundo a pesquisadora, inicialmente está sendo realizado o diagnóstico da atividade na Represa, a partir de entrevistas com os seus freqüentadores, e também estudos sobre a fauna de peixes.  Também serão entrevistados os órgãos administradores, fiscalizadores e empreendedores quanto aos aspectos dos usos múltiplos e seus possíveis impactos na Guarapiranga.

Para a pesquisa sobre a fauna de peixe, pescarias mensais estão sendo realizadas pelos pescadores profissionais Valdemir e Cláudio, que tem atuado como voluntários na coleta dos peixes, e também com o apoio de Ivan Mello T. de Almeida, da Marina Atlântica, e de Alexandre Bueno, da Sabesp, membros da equipe do projeto.

A pesca dos dias 28 e 29 de maio

Nos dias 28 e 29 de maio, a equipe do projeto realizou nova pescaria para pesquisa. A Polícia Militar Ambiental também esteve presente com os soldados PM’s Palese e Lino, que fizeram a vigia noturna para evitar danos ou roubos das redes instaladas.

As doutoras Lidia e Lílian acompanharam a pescaria nos dois dias, juntamente com Ivan, que as transportou até o local de pesca com embarcação cedida pelo empresário Alexandre Oliver, proprietário da Atlântica Boats, também parceira no projeto. De acordo com as pesquisadoras, as redes utilizadas tinham tamanhos de malha dentro das normas e foram colocadas no final da tarde do dia 28, com chuva e muito frio.

Após pernoitarem no Yatch Club Santo Amaro (YCSA), que cedeu o alojamento, Lidia e Lílian acompanharam a retirada das redes logo às 6 horas da manhã do dia 29, antes do início da circulação de barcos na Represa. Em seguida, os peixes apanhados foram transportados ao Corpo de Bombeiros da Guarapiranga, que forneceu o local e estrutura para a triagem da amostra coletada. 

A equipe realizou então a identificação das espécies e a biometria (peso e medida) de cada exemplar capturado para os estudos. Foram apanhados um total de 35 quilos, entre as espécies tilápia, traíra, bagre jundiá, piranha e cascudo. Alguns exemplares foram levados para o Instituto de Pesca e o restante entregue aos pescadores profissionais.

As pesquisadoras explicaram que a pescaria é realizada para identificar as espécies que ocorrem na represa e sua abundância. O levantamento terá duração de doze meses e uma vez por mês, uma área diferente da Guarapiranga será tirada como amostra para se saber a quantidade e a distribuição dos peixes, ou seja, as espécies ocorrentes por área e época do ano.

Lidia conclui, dizendo que a população poderá também ajudar neste levantamento, fornecendo informações e, se possível, peixes de espécies que ainda não foram encontradas.

O projeto do Instituto de Pesca conta com o apoio da AESUL, Atlântica Boats, Marina Atlântica, Sabesp Guarapiranga, Polícia Militar Ambiental, Corpo de Bombeiros da Guarapiranga, Yatch Club de Santo Amaro, Acqua Fish, Toca do Tubarão, Estação da Pesca e os pescadores Valdemir e Cláudio.

Além de Ivan de Almeida, tecnólogo em Gestão Ambiental e gerente geral da Marina Atlântica, e Alexandre dos Santos Bueno, analista de sistemas da Sabesp, outros técnicos que fazem parte da equipe de pesquisa são os oceanógrafos André Luís P. Ramos e Fernando B. Godoy Marinheiro, ambos da Peixe Vivo / ADC Eletropaulo.

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