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Educação versus enchentes
31  DEZEMBRO  1969 

Educação versus enchentes

                                         Educação versus enchentes

Entardece, o céu fica escuro, prenúncio de chuva torrencial. As cidades ficam a mercê das novas catástrofes climatológicas. O índice pluviométrico de chuva derruba o melhor dos meteorologistas e governo nenhum pode prever as suas consequências.

Estaremos entrando no período de chuvas de verão. A Prefeitura vem investindo muito no trabalho para a retirada das pessoas que estão em áreas de risco, principalmente, dos mais graves, aquelas denominadas zonas de risco 4, invariavelmente encontradas em cima e ao pé dos morros ou sobre córregos, normalmente, as chamadas habitações irregulares. 

Apreensão, corre-corre, defesa civil de prontidão, pois há possibilidade de desabrigados e de pessoas perderem suas vidas. Mas, um forte indicador mostra a permanente degradação do meio ambiente de alguns locais de nossa região que são campeãs de resíduos sólidos (entulhos). 

As equipes trabalham permanentemente para recolher um volume infindável desse resíduo e aqui se leia também o lixo que se acumula pela ação das pessoas. Mais do que falar é arregaçar as mangas e partir à ação. Mas isso chama a PARTICIPAÇÃO popular, cada um tem sua responsabilidade. Quero dizer: é EDUCAÇÃO. 

Bom início é criar uma rede de parceria social mostrando às pessoas o quanto é danoso o efeito causado pela omissão e pela falta de uma educação ambiental de maneira a mudar as condutas sociais. A mudança comportamental da sociedade é ter uma consciência ambiental permanente, deve criar no consciente coletivo o pensamento de fazer, no desejo de prevenir e não na obrigação da correção. 

Essa consciência ambiental vai despertar o processo de participação voluntária, o mesmo que comove as condutas sociais nas catástrofes e acidentes climatológicos. Lá, brotam sentimentos de fraternidade e ajuda mútua, todos querem participar numa grande rede de apoio social. 

Um dos atores imprescindíveis para a criação desse consciente coletivo é a criança na escola – como? Educando. Por meio de campanhas educativas nasce nessa criança a vontade da ação, uma vez que sua forma ingênua de abordagem a torna disseminadora junto a seus pais e familiares. “Quando a criança fala, os pais obedecem”. 

Nesse ponto a família é muito importante e aliada à escola. O processo de educação ambiental é cada vez mais presente em toda a comunidade na promoção desse processo. Desenvolvimento sustentável é traduzir às futuras gerações uma melhor qualidade de vida. Façamos a nossa parte! 

Marco Antonio Augusto, 52, Subprefeito de Capela do Socorro.

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