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“Crimes virtuais, vítimas reais” foi tema de palestra na sede da AESUL
4  DEZEMBRO  2015 

“Crimes virtuais, vítimas reais” foi tema de palestra na sede da AESUL

Foi realizada no dia 01 de dezembro mais uma importante palestra na sede da AESUL. Desta vez o tema abordado foi “Crimes virtuais, vítimas reais”, ministrada pelo especialista em crimes cibernéticos, Moisés de Oliveira Cassanti, e pelo Diretor da CTECH Informática, Carlos Augusto Cruz.

Foram abordados temas como: “o que são crimes virtuais?”; “principais ameaças”; “como se proteger”; “como agir caso seja vítima”; e “como denunciar”. De acordo com os dados levantados por Moisés, todos os anos, mais de meio bilhão de pessoas são vítimas de crimes virtuais ao redor do mundo. Só no Brasil mais de 28,3 milhões de usuários foram vítimas de crimes cibernéticos no último ano, cujo o prejuízo chega a R$ 16,2 bilhões isso significa que cada vítima desse tipo de crime perde R$ 562,00 em média.

Atualmente o Brasil é responsável por 4,1% dos ataques virtuais realizados no mundo e ocupa o quarto lugar no ranking de países que mais produzem ataques virtuais, incluindo vírus, roubo de dados pessoais invasão de e-mails e perfis sociais, invasão de dispositivos móveis e bullying on-line. Ainda segundo dados do Febraban, só o Brasil gera um prejuízo de 1,5 bilhões de reais por ano em fraudes eletrônicas e cartões.

“As principais razões para a maioria dos criminosos passarem a utilizar a rede mundial de computadores é o fato de a internet passar a falsa sensação de anonimato, gerando para o criminoso a oportunidade de dificultar a sua identificação e localização após o ato delituoso. Também o fato do criminoso ver a internet como um campo farto de vítimas descuidadas com as questões de segurança. Além disso, o crime praticado pela internet é uma oportunidade de se conseguir vantagens financeiras sem a utilização de meios violentos na sua ação”, alertou o especialista.

Os principais tipos de crimes são: fraude eletrônica e cibergolpes, fraudes eletrônicas no sistema bancário, mídias e redes sociais, vídeos e fotos na internet, pornografia infantil, atuação de grupos racistas e outras organizações criminosas cyberbullying, induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio, ameaça e perturbação da tranquilidade.

Em relação aos riscos externos para as empresas o palestrante falou sobre os sequestradores digitais (ransomware) que invadem os computadores cripitografando e impedindo acesso a documentos, programas, aplicativos e bancos de dados da empresa. “Os atacantes podem assumir o controle total de todos os setores da empresa, podendo assim obter acesso a folha de pagamentos, controle financeiro, setor de compras, vendas contas a pagar e receber. Neste caso é importante um especialista em segurança da informação, pois ele possui grandes conhecimentos em redes e podem identificar os invasores e configurar a rede firewell do sistema para impedir o acesso externo”.

Além de vasta experiência na área de TI, Moisés é também Policial Civil em São Paulo especializado em crimes cibernéticos, colunista de diversos blogs e revistas, criador e mantenedor do site “Crimes pela Internet”, além de  Bacharel em Direito, membro da comissão de direito eletrônico da OAB/SP, e autor do livro “Crimes Virtuais, Vítimas Reais”, lançado pela editora BrasPort.

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