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AREDE em parceria com a AESUL promoveu o 2º Forum Empresarial
2  JUNHO  2016 

AREDE em parceria com a AESUL promoveu o 2º Forum Empresarial

No último dia 31 de maio, AREDE em parceria com a AESUL, promoveu o 2º Forum Empresarial que teve por objetivo traçar um panorama empresarial atual, bem como falar da interferência do ambiente político e os desafios de empreender no atual cenário socioeconômico brasileiro.

AREDE surgiu da união de empresários evangélicos com o objetivo de compartilhar ideias e traçar estratégias para melhorar os negócios. Entre os integrantes da AREDE está o Diretor Social da AESUL, Silvano Abreu, da empresa SPC Brasil, que tem ajudado a impulsionar os encontros na entidade, de forma a unir ainda mais os empresários.

Esta segunda reunião contou com a palestra do Advogado Antonio Paulo Ruiz, que também é Engenheiro e possui MBI em Administração de Empresas. “Eu tenho cerca de vinte anos de experiência em pequenas médias e grandes empresas, e ao longo desses anos passei por muitas coisas, então meu objetivo durante a palestra foi transmitir um pouco da minha experiência aos empresários que tanto sofrem no Brasil principalmente devido as essas movimentações governamentais inesperadas”.

Ruiz ressaltou que apesar do momento crítico pelo qual o país vem passando é possível aproveitar algumas vantagens. “Todos os pensadores da área administrativa do mundo sempre falam a mesma coisa. Eles dizem que em épocas de crise é possível ter boas expectativas, pois é um momento diferenciado para mudar algumas direções e que os empresários podem ter novas oportunidades para a empresa. As vezes o empresário fica preocupado demais e não é esta a questão. Neste momento de crise existe maior disponibilidade de profissionais e a mão de obra está mais barata. Quando não estamos em um momento assim sempre que procuramos um profissional no mercado acabamos não encontrado e precisamos tirar ele de outra empresa a um custo maior. Hoje existe bastante disponibilidade de mão de obra porque muitas empresas fecharam e, além disso, aquele cliente prospect grande que sua empresa nunca conseguiu atingir, pode conseguir neste momento, pois devido à crise tem muita empresa buscando redução de custos, portanto abrindo as portas para avaliar novos orçamentos para melhorar os custos, ou seja, estão mudando para novos fornecedores”.

Falou ainda sobre a venda segura e deu dicas para os empresários tomarem alguns cuidados. “Muitas empresas fazem uma venda meio despreocupada, não profissional, e de repente se deparam com uma empresa que está com pedido de falência. Ou então, uma empresa para a qual você é fornecedor entra numa recuperação judicial. É preciso estar atento para saber o que é possível fazer, qual postura adotar e se preparar para estas situações”.

Outro alerta feito foi sobre a contratação de profissionais mais gabaritados através de PJ (Pessoa Jurídica). “Este tipo de contratação traz riscos enormes. Muitas empresas acham que estão fazendo uma coisa muito bacana, mas no futuro podem ter uma ação trabalhista devido ao vínculo empregatício. Tanto a PJ quanto a terceirização tem que ser feita pela atividade meio, você não pode fazer nenhuma, nem outra, pela atividade fim para não gerar vínculo empregatício”.

“Além de levar conhecimento ao público presente o encontro também teve como objetivo a geração de negócios entre os participantes”, destacou Silvano.

 

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